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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Desenvolvimento Sustentável – O que eu tenho a ver com isso?


Hoje em dia esse termo está na moda em todos os meios de comunicação, e muitos nem sabem o seu verdadeiro significado. Entende-se por desenvolvimento sustentável o progresso da sociedade humana nos diferentes setores (social, econômico, tecnológico) sem causar prejuízos ou danos permanentes para as próximas gerações.
Aí vocês podem se perguntar: o que eu tenho a ver com isso? Eu respondo com todas as letras: Tudo! Para estar envolvido, basta estar vivo neste exato momento!
O futuro de nosso planeta e de nossa sociedade depende de cada um de nós, e não somente de nossos líderes. Sendo assim, não podemos somente ficar esperando sentados que nossos governantes tomem atitudes para mudar nossos destinos. Temos que agir já, no hoje, no agora, para que possamos melhorar as condições de vida das gerações seguintes (nossos filhos, netos), pois eles já terão de enfrentar os desafios de suas épocas, e não merecem já nascer herdando uma condição desfavorável de nossa geração.
Portanto, algumas atitudes comuns de nosso dia-a-dia podem colaborar, e muito, para que as gerações futuras não sejam prejudicadas. Aí vão elas:
  • Separar o lixo reciclável e destinar à coleta seletiva (disponível em vários bairros de Botucatu);
  • Usar o lixo orgânico para a construção de composteiras (para produção de húmus, útil para o plantio);
  • Evitar o desperdício de água (diminuir o tempo de banhos, limpar o quintal com vassoura ao invés de lavar com mangueira, reutilizar água da lavagem de roupas para lavar o quintal, reutilizar a água das chuvas para regar as plantas, fechar a torneira durante a escovação dos dentes e o ensaboamento da louça etc);
  • Dar preferência ao consumo de produtos ecologicamente corretos (produtos orgânicos, produtos que utilizam embalagens recicláveis ou que tenham pouca embalagem, etc);
  • Reduzir o consumo de produtos em geral (evitar “necessidades desnecessárias”) e reaproveitar materiais descartáveis (embalagens plásticas e vidrarias);
  • Separar o óleo de cozinha e de motores e destiná-los ao projeto “Óleo Fora D’Água” (coleta realizada na própria escola pelo professor Silvio);
  • Evitar o desperdício de energia elétrica (desligar da tomada aparelhos ligados no modo “Standby”, diminuir o tempo de banho, apagar as luzes ao sair do ambiente, não estender roupa atrás da geladeira, não deixar a geladeira aberta durante sua manipulação, trocar lâmpadas amarelas comuns por lâmpadas brancas conhecidas como “frias”, dar preferência à compra de aparelhos eletrônicos que consumam menos energia, etc);
  • Evitar o uso de sacolinhas plásticas em mercados, dando preferência às caixas de papelão, carrinhos de feira e bolsas a tira-colo para embalar os produtos;
  • Uso de transporte coletivo (ônibus e vans) ou realizar rodízio de carona para chegar ao trabalho e escola;
  • Dar preferência ao uso de biocombustíveis, como o etanol (álcool) à gasolina, pois são combustíveis renováveis, portanto, menos poluentes;
  • Caminhar, andar de bicicleta, patins, patinete, skate também colabora com a diminuição da emissão de poluentes, pois esses meios de transporte não usam combustível e, além disso, colaboram para uma vida mais saudável;

Portanto, conto com vocês para que nossos filhos e netos tenham melhores condições de vida e um futuro próspero!

Um abraço               Professor Fernando Portella (Ciências)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

O CELULAR NA SALA DE AULA









Nas últimas décadas, o uso de novas tecnologias vem aumentando e se popularizando, exemplo disso é o celular, que passou a ser um objeto necessário e de fácil acesso. Tem se discutido muito a proibição do celular nas escolas. Afinal, o celular deve ou não ser proibido?

Algumas respostas a esse questionamento têm provocado polêmica, pois seu uso, embora seja direito do cidadão, é indiscriminado, devido à diversidade de funções disponíveis, como câmera, internet, TV, som, entre outros.

O celular passou a ser o foco entre os jovens na sala de aula, se não for proibido, torna-se o ator principal e todas as atenções se voltam para ele, esquecendo-se do mais importante, a aula em si e o conteúdo ministrado.

Para contornar essa situação, o ideal seria que os jovens tivessem consciência e maturidade em relação ao seu uso, nesse caso, cabe aos pais educá-los e a nós, educadores, o ato de vigiar seu uso na sala de aula, de forma que não prejudique todo um processo de ensino e aprendizagem.

Profª. Sandra Regina de Oliveira

sábado, 27 de agosto de 2011

Homenagem aos Funcionários


“Eu sou parte de uma equipe. Então, quando venço, não sou eu apenas quem vence. De certa forma, termino o trabalho de um grupo enorme de pessoas.” Ayrton Senna
 Dedico o pensamento acima aos meus funcionários, que são parte preciosa da equipe “Jonas Alves”. Quero parabenizá-los e agradecer pela dedicação e carinho que nos tem demonstrado no dia-a-dia, estão sempre prontos a colaborar e fazer com que a escola se torne um ambiente agradável e familiar, espero contar sempre com vocês.                                                                                 
                                                                                                                                        Um forte abraço,
                                                                                                     Diretora Maria Helena Peguinelli Trevizo

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Um pouco sobre nossa Coordenadora Pedagógica do Fundamental I


Por Fabiana Cristina Vieria Diniz

Trabalho aqui no "Jonas", como coordenadora pedagógica, desde novembro de 2010. Antes de vir para cá, trabalhei em várias escolas municipais e também em uma escola particular.
Gosto muito do trabalho que desenvolvo aqui, pois apesar de não estar em sala de aula, estou sempre em contato com os alunos. Outro lado do meu trabalho que gosto bastante, é o trabalho com as crianças com dificuldades, onde juntamente com as professoras e as estagiárias, acompanhamos as crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem.
Já trabalho com educação há 15 anos e não me vejo fazendo outra coisa, a não ser educação.

domingo, 8 de maio de 2011

Homenagem às mães


Mãe... Uma das coisas mais difíceis que existe é falar de mãe. Porto seguro, apoio, carinho, afeto, dedicação, amor, entre outros sinônimos que podemos atribuir a esta palavra. Quem não gosta de um carinho de vez em quando?
A todas as mães, o nosso muito obrigado pelo alimento, para o corpo e para alma, pelo afeto em todos os momentos felizes ou tristes, pela dedicação em nos ensinar as coisas mais simples da vida, pelo carinho derramado em nossas cabeças em todos os momentos, pelas broncas que nos orientam quanto   ao caminho certo a seguir, pelo amor incondicional que nos oferece sem pedir nada em troca, ..., enfim, pela vida!



Professor Adriano Augusto Camargo Nunes da Costa

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Trabalhos práticos como estratégia de ensino

Ao ver os modelos de vírus criados pelos alunos nas aulas de ciências, pensei na relevância de trabalhos práticos para construção de conhecimentos. Acredito que trabalhos como este são boas estratégias de ensino, pois favorecem a apreensão de conceitos pelo “aprender fazendo” (uma das concepções básicas da teoria do ensino-aprendizagem).
Outro aspecto importante do trabalho com “o concreto”, é o estímulo a motivação extrínseca e intrínseca dos educandos, uma vez que permite que estes associem fundamentos teóricos com situações práticas e palpáveis, dando-lhes segurança para que formulem hipótese, investiguem informações e façam verificações. Enfim, aluno motivado, é estudante disposto a buscar conhecimento de maneira significativa.
Acredito também que ao realizar algo concreto, o aluno sente satisfação em ver suas construções expostas para apreciação de seus pares e reconhecimento de seus professores.

PALAVRA DA DIRETORA

Estou muito feliz em fazer parte da equipe "Jonas Alves". Acompanhei passo a passo a construção da escola, e lembro quando ainda era apenas um terreno qualquer. Os alunos que aqui estudam, são os mesmos que passaram por mim na educação infantil e até mesmo na creche, portanto, posso dizer que estou acompanhando o crescimento destas crianças. 
É gratificante ver um trabalho em equipe dando certo, só tenho que elogiar a todos, sem exceções:  funcionários, pais, alunos e professores.

Um grande abraço, 

Com carinho

Diretora  Mara 

domingo, 27 de março de 2011

Adolescência

A adolescência é um período de nossa vida em que passamos por muitas mudanças. Mudanças físicas e comportamentais. Não somos adultos; não somos crianças. O que antes era muito interessante vai deixando de ser, e aquilo que você nem percebia, ganha grande importância. Surgem dúvidas, dilemas e até alguns medos. Não entendemos direito o que está se passando. Ora sentimos vontade de estar sozinhos, ora queremos estar com os amigos. Ora estamos confiantes, ora temos dúvidas e medos. Esta mistura de sentimentos é comum na adolescência. E não é o fim do mundo! Nunca estamos prontos; vivemos em permanente transformação e todos já passaram, estão passando ou vão passar por esse turbilhão chamado adolescência.


Professora Shelly

segunda-feira, 14 de março de 2011

Hino em homenagem à escola Jonas Alves

(Refrão)

Jonas Alves de Araújo
Patrimônio de Botucatu
És minha escola, meu orgulho!
Princesinha do Aracatu

Por muitos anos você nos educou
E seus valores nos ofereceu
Competindo você nos ensinou
Que devemos lhe defender
Na cultura e nos esportes
Temos certeza que haveremos de vencer

(Refrão)

É importante poder participar
Saber perder, porém, melhor é ganhar!
A vitória nós queremos lhe dar
E com coragem vamos conquistar
Por isso com muita vontade
De coração para você vamos lutar

(Refrão)

O nosso orgulho é a sua vitória
E a sua glória nós vamos alcançar
E com honra queremos disputar
O troféu nós vamos levantar
No pódium nós subiremos
E o teu nome para sempre há de brilhar

(Refrão)



Letra e Música
Prof. José Carlos de Oliveira Castro

OBS: ARACATU: antiga área rural do município que correspondia aos domínios da fazenda chamada de Aracatu e que com a expansão do espaço urbano veio hoje a constituir  a Vila dos Comerciários e  adjacências.

QUAL É A SUA PARTE ?

O bom desempenho de uma escola está ligado ao compromisso de todos. É impossível obter êxito quando pessoas envolvidas no processo pedagógico resolvem não fazer a parte que lhe é devida.
Quando se pensa no pedagógico, é bom lembrar que não são apenas os professores e coordenadores responsáveis por isso. É estendido a todos, isto é, vai desde o agente de organização escolar, passando pela secretária, chegando à equipe gestora e sem sombra de dúvidas os pais que confiam seus filhos aos cuidados da escola, mas que também devem fazer a sua parte que é o de acompanhar, passar princípios, apoiar, elogiar e advertir quando necessário.
Os alunos estão inseridos neste contexto, é claro. É preciso que o empenho seja por parte deles também. Não é possível ficar satisfeito apenas com o que se aprende entre quatro paredes, é preciso ir além com horas de estudo em casa, pesquisas, leituras e tudo o que colabora para o crescimento intelectual.
É bom lembrar que conteúdo não é tudo. O que se espera nesse processo educativo é que haja a formação também de um ser humano melhor, pessoas que olhem para os lados, que sejam solidários, que falem a verdade, que hajam com honestidade. São alguns itens que estão sendo esquecidos e o resultado está aí: violência, morte, corrupção e injustiça.
A solução para este estado caótico é simplesmente fazer bem aquilo que nos vem às mãos, não importando a que categoria ou a que cargo se ocupa. Quando uma dessas peças falham, tudo fica comprometido.
Pensando assim, todos se beneficiam e para isso é preciso se converter, ou melhor, mudar a direção, ir em busca daquilo que é correto, do que é justo, do que beneficiará a todos e não apenas um.

Professora Kátia Lucas

DIFICULDADES DE ENSINAGEM

"O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você." (Mário Quintana)
As borboletas são um símbolo de beleza que surge do encontro entre cores, a leveza, a suavidade e a delicadeza. Símbolo da beleza fugidia, que dificilmente se alcança, pois escapa sempre alçando um voo com traçado incerto.
Esse quadro lembra um pouco o ensino em nossos dias. A difícil tarefa do professor, de educar em tempos de correria e competição acirrada. Tornamo-nos presas fáceis, seduzidas pela beleza das fórmulas mágicas, que nunca cumprem o prometem, e, uma após a outra, aumentam nossa ansiedade produzindo só vazio e incertezas.
Será que de tanto correr nos esquecemos de pequenas ações que são essenciais? Às vezes, olhamos tudo através de nossa ótica, como professores, adultos, já formados e nos esquecemos de ver as coisas como são percebidas pelo nosso aluno. Na correria, concentramo-nos na "produtividade" e nos esquecemos que "o essencial é invisível aos olhos". Deixamos de lado muita coisa que nos parecem menos importantes e que tomariam muito do nosso tempo. Aquilo que julgamos insignificante pode ser importante para o nosso aluno.
Esquecemos o essencial: relacionarmo-nos afetivamente com eles e entender que não se arruma o quarto de um jovem com ideias da casa daquela tia velha onde tínhamos que andar pisando em passadeiras e não podíamos tocar em nada com medo de sujar e quebrar.
Siga o conselho do poeta: Cuide bem do jardim, não deixe de lado o essencial que a beleza das borboletas lhe será acrescentada.

Prof. José Carlos Volpato